Dados para que te quero?!

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imagem da internet.

Por Thais Oliveira

Durante muito tempo, os futuristas digitais aspiravam por um mundo mais tecnológico, o objetivo é que aquilo que era inimaginável de acontecer se tornasse uma realidade, o que não tardou em acontecer.

Nossas experiências como indivíduos eram completamente diferentes de uns meses para cá, para algumas empresas, o processo foi tão dramático quanto a perda de milhões em faturamento.

Enquanto outros conseguiram lograr sucesso em negócios digitais, trilhando o caminho do trabalho remoto, porém, buscando uma imersão em mudanças rápidas. Provavelmente haverá mais problemas pela frente,  à medida que a poeira toma conta da economia global.

Geralmente, para haver uma mudança tecnológica no mundo, demora uns 10 anos, mas quando há uma força externa repentina, o futuro tecnológico da sociedade se acelera.

E assim, num mundo cada vez mais tecnológico impera a “Vigilância”. Seria uma palavra estranha?! Não se espante se observadores orwellianos estejam rastreando cada um de seus passos, com muita persistência e poder. Com tantas reações contrárias, por que não há uma resistência maior contra ameaças de vigilância?

Há uma razão para isso, a vigilância tecnológica é tão sorrateira que nos faz sentir um certo conforto, o que não nos assusta em saber que  os algoritmos e as pessoas nos observam.

Um exemplo disso é o Facebook, completamente íntimo para os usuários que estão bastante seguros no compartilhamento de informações para os amigos sem nem imaginar no “capitalismo de vigilância” dos dados coletados por esta empresa que analisa e monetiza tudo, sem que você saiba.

Na China, a experiência do uso  de tecnologia de reconhecimento facial em aeroportos e shows é um meio para se criar perfil racial, na Rússia que não é diferente, procuram por pessoas que se tenha “interesse” seja lá qual for. Tecnologias desse tipo talvez possam nos fazer onipotentes e poderosos, como só o fato de ficarmos livres de esperas em filas para resolver nossas coisas, já nos traz um certo conforto. Quanto mais familiar e benéfica uma tecnologia de vigilância como reconhecimento facial possa nos parecer, mais fácil é para as empresas de tecnologia, agências governamentais e empreendedores nos convencerem de forma passiva.

O mundo está caminhando na direção de fazer tudo online, numa velocidade jamais imaginada.

Tentar se desligar pode nos prejudicar, porém, enquanto  a  China vai introduzindo no mundo a tecnologia que tira a temperatura de uma nova pessoa infectada por COVID-19, não nos espantemos que para variar também tire uma foto.

Parece pouco? Quem utiliza fornece informações pessoais, como carteira de identidade, número de celular, endereço residencial, nome da empresa em que trabalha, endereço desta empresa, quando e como alguém entrou na região de um estado chinês, bem como o endereço da hospedagem, além de ter que explicar o motivo de sua viagem.

Com base em suas respostas, o aplicativo gera um código de cores.

Enquanto isso como eles utilizam estes dados?

Suas fotos ao serem escaneadas com reconhecimento facial são vendidas on-line, você é reconhecido até usando máscaras, não tem como escapar.

Metade dos rostos das pessoas que usam máscaras estão ocultos, mas seus dados pessoais ainda podem ter serventia ​​para os eventos emergenciais, como está acontecendo por lá, eles têm os dados de quem participa de manifestações nacionais, usam os caixas eletrônicos em áreas públicas, ou fazem pagamentos em terminais de segurança. Todas essas informações servem para se autenticar.

Tudo relacionado a entrada e saída de pessoas de suas residências é comprado pelo governo.

Uma novidade é que recentemente foi criado um aplicativo também no Japão, o “Name Vision”, em que se encontra tudo acerca de uma pessoa  só em digitalizar a foto usando a função da câmera do smartphone.

Se por um lado é educativo, contendo fotos de 300 pessoas que fazem parte da história nos livros do ensino fundamental e médio.  Necessário ficar alerta, pois basta digitalizar a foto de interesse, como: “Quem é essa pessoa?” “O ​​que ela  fez?”  que se consegue mais informações do que está listada nos livros.

Podendo também adicionar novas “faces” que não estão registradas.  Tenhamos um certo cuidado com que dados estamos fornecendo!

Data, what do I want you for?!

By Thais Rocholi

For a long time, digital futurists aspired to a more technological world, the goal is that what was unimaginable to happen would become a reality, which did not take long to happen.

Our experiences as individuals were completely different from a few months ago, for some companies, the process was as dramatic as the loss of millions in revenue.

While others have managed to succeed in digital business, treading the path of remote work, however, seeking an immersion in rapid change. There are likely to be more problems ahead as the dust grips the global economy.

Generally, for a technological change in the world, it takes about 10 years, but when there is a sudden external force, the technological future of society accelerates.

And so, in an increasingly technological world, “Surveillance” prevails. Was that a strange word ?! Don’t be surprised if Orwellian observers are tracking your every step, with a lot of persistence and power. With so many reactions, why is there no greater resistance against surveillance threats?

There is a reason for this, technology surveillance is so sneaky that it makes us feel a certain comfort, which does not scare us to know that the algorithms and people are watching us.

An example of this is Facebook, completely intimate for users who are quite secure in sharing information with friends without even imagining the “surveillance capitalism” of the data collected by this company that analyzes and monetizes everything, without your knowing it.

In China, the experience of using facial recognition technology in airports and shows, is a way to create a racial profile, in Russia it is no different, look for people who have “interest” whatever. Technologies of this type may perhaps make us omnipotent and powerful, as just the fact that we are free from waiting in lines to solve our things, already brings us a certain comfort. The more familiar and beneficial a surveillance technology like facial recognition may seem to us, the easier it is for technology companies, government agencies and entrepreneurs to passively convince us.

The world is moving towards doing everything online, at a speed never imagined.

Trying to shut down can hurt us, however, as China introduces the technology that takes the temperature of a new person infected with COVID-19 into the world and also varies a photo.

Seems little? Whoever uses it provides personal information, such as identity card, mobile phone number, home address, name of the company he works for, address of this company, when and how someone entered the region of a Chinese state, as well as the address of the accommodation, in addition to having to explain the reason for your trip.

Based on your answers, the app generates a color code.

Meanwhile how do they use this data?

Your photos that when scanned with facial recognition are sold online, you are recognized even wearing masks, there is no escape.

Half the faces of people wearing masks are hidden, but their personal data may still be useful for emergency events, as is happening there, they have the data of those who participate in national demonstrations, use ATMs in public areas , or make payments at security terminals. All of this information serves to authenticate yourself.

Everything related to the entry and exit of people from their homes is purchased by the government.

A novelty is that recently an application was also created in Japan, the “Name Vision”, where you can find everything about a person just scanning the photo using the smartphone’s camera function.

On the one hand, it is educational, containing photos of 300 people who are part of history in elementary and high school books. Just scan the photo of interest, such as: “Who is this person?” “What did she do?” that you get more information than is listed in the books.

You can also add new “faces” that are not registered. Let us be careful what data we are providing!

Isolamento Social na Perspectiva da Nova Ordem Mundial

 

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Imagem da internet.

Por Thais Oliveira

A palavra crise tem dois significados: “Perigo” e “Oportunidade”.

A Ordem Mundial de hoje nasceu no marco da era de grande poder e hegemonia na América, desde meados do século XX, sendo definida pelo desenvolvimento do capitalismo e pela expansão da democracia.

Os  Estados Unidos sempre controlaram as rotas comerciais, afim de levar a expansão seu poder militar, para se tornar o país com a moeda mais forte do mundo.

Ao analisar a situação da economia mundial, dado que ficamos vulneráveis às forças da natureza, como uma catástrofe de um apocalipse, nunca fomos tão frágeis. A morte se torna um pesadelo para muitos, estamos todos infectados pelo Covid-19, se não é em nosso corpo,  é mentalmente, ficamos limitados até de fazer planos de longo prazo em nossas vidas pessoais, sendo um dos reflexos dos impedimentos de planos estratégicos de governos e empresas. No mundo pós o Covid-19, vemos os Estados Unidos perderem sua posição de líder mundial livre e, ao mesmo tempo, correrem o risco de perder seus ideais constitucionais.

E como se não bastasse, o poder se concentra na China, que está se tornando cada vez mais poderosa com um sistema autoritário do capitalismo de estado.

A “Nova Ordem Mundial” está chegando após a pandemia, com várias coisas sendo direcionadas para um único ponto: a China. Isso é uma sociedade de vigilância ou solidariedade global?

A pandemia do Covid-19  é o marco de uma mudança brusca e radical na história da civilização. Inaugura-se aí um ciclo catastrófico ou, então, o ponto de inflexão para uma mudança profunda.

Ao se pensar no grito do presidente Donald Trump: “Que os EUA sejam uma grande nação novamente”, vemos que o país se tornou o lugar com mais pessoas infectadas e desempregadas  do mundo.

A pandemia do Covid-19 não se restringe a apenas uma mudança na ordem econômica do mundo, mas também  atinge o equilíbrio do poder da política internacional e o sistema de governança mundial.

E assim, vemos  o socialismo chinês agindo por trás da luta contra o Covid-19 como um tenebroso pesadelo.

Os socialistas chineses passaram a conter o vírus usando o Big Data, ignorando completamente a privacidade dos indivíduos. Todos os cidadãos são distribuídos como semáforos nas cores “verde”, “amarelo” e “vermelho” exibidos no smartphone. As autoridades  entendem e passam a gerenciar todos os comportamentos pessoais e tendências de compra. Essas fortes medidas de poder impediram a explosão da epidemia doméstica.

O mesmo se aplica a Rússia que não tarda em honrar a China. Por isso, pode-se entender a veneração da Rússia seguindo o caminho do socialismo ao estilo mais chinês possível e não da democracia ao estilo ocidental.

No Brasil, os limites dos poderes do Estado  que intencionam limitar o direito de ir e vir com liberdade de iniciativa econômica, sob a premissa de que se o isolamento é a estratégia correta, deve, portanto, ser voluntária. As cidades não podem ser um campo de concentração a céu aberto que se impõe a quarentena aos habitantes tal qual países como China e Rússia, pois o preço da liberdade é a eterna vigilância, uma vez que hoje o inimigo é o Covid-19, mas manhã poderá ser o comunismo, os traficantes e sabe-se lá o que mais.

O que você conclui a partir dessa perspectiva? Primeiramente, seria uma sociedade de vigilância totalitária ou o empoderamento de cidadãos individuais? Outra pergunta, seria um patriota isolado do mundo ou uma solidariedade global?

A China quer que deixemos de lado  seu posicionamento  como fonte global da pandemia para ser a única capaz de proteger o planeta Terra,  fornecendo suprimentos médicos para os países atingidos, e, depois, passa a desempenhar um papel importante da estratégia para conduzir a transformação numa história mais favorável e poderosa.

Qualquer que forem as estratégias, as forças capitalistas que “vencem” no final do século XX ainda não são os vencedores finais. Da mesma forma, as forças socialistas que “derrotaram” no final do século XX também não foram as derrotadas.

Social isolation from the perspective of the New World Order

By Thais Oliveira

The word crisis has two meanings: “Danger” and “Opportunity”.

Today’s World Order was born in the framework of the era of great power and hegemony in America, since the middle of the 20th century, being defined by the development of capitalism and the expansion of democracy.

The United States has always controlled trade routes, in order to lead its military power to expand, to become the country with the strongest currency in the world.

When analyzing the situation of the world economy, given that we are vulnerable to the forces of nature, like a catastrophe of an apocalypse, we have never been more fragile. Death becomes a nightmare for many, we are all infected with Covid-19, if it is not in our body, it is mentally, we are limited even to make long-term plans in our personal lives, being one of the reflexes of the impediments of strategic plans governments and companies. In the post-Covid-19 world, we see the United States losing its position as a free world leader and, at the same time, running the risk of losing its constitutional ideals.

And as if that were not enough, power is concentrated in China, which is becoming increasingly powerful with an authoritarian system of state capitalism.

The “New World Order” that is coming after the pandemic, with several things being directed to a single point: China. Is this a watchdog society or global solidarity?

The Covid-19 pandemic is the milestone of a sudden and radical change in the history of civilization. A catastrophic cycle is inaugurated there, or else the turning point for a profound change.

Thinking of President Donald Trump’s cry: “May the United States be a great nation again”, we see that the country has become the place with the most infected and unemployed people in the world.

The Covid-19 pandemic is not restricted to just a change in the economic order of the world, but it also strikes a balance between the power of international politics and the system of world governance.

And so, we see Chinese socialism at work behind the fight against Covid-19 as a dark nightmare.

Chinese socialists began to contain the virus using Big Data, completely ignoring individuals’ privacy. All citizens are distributed as traffic lights in the colors “green”, “yellow” and “red” displayed on the smartphone. The authorities understand and start to manage all personal behavior and buying trends. These strong measures of power prevented the explosion of the domestic epidemic.

The same applies to Russia, which does not delay in honoring China. Therefore, one can understand the veneration of Russia by following the path of socialism in the most Chinese style possible and not of democracy in the Western style.

In Brazil, the limits of State powers that intend to limit the right to come and go with freedom of economic initiative, under the premise that if isolation is the right strategy, it must, therefore, be voluntary. Cities cannot be an open-air concentration camp that quarantines people like China and Russia, as the price of freedom is eternal vigilance, since today the enemy is Covid-19, but morning it may be communism, drug dealers and who knows what else.

What do you conclude from that perspective? Firstly, would it be a totalitarian surveillance society or the empowerment of individual citizens? Another question, is it a patriot isolated from the world or global solidarity?

China wants us to let go of its position as a global source of the pandemic to be the only one capable of protecting planet Earth, providing medical supplies to the affected countries, and then it will play an important part of the strategy to drive the transformation into a more favorable and powerful story.

Whatever the strategies, the capitalist forces that “win” at the end of the 20th century are not yet the final winners. Likewise, the socialist forces that “defeated” at the end of the 20th century were also not defeated.

Saúde emocional em tempos de Covid-19

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Imagem da internet.

Por Thais Oliveira

Vivemos em tempos de insegurança, medo, e, principalmente, incerteza, pois não sabemos quanto tempo durará esse exílio em casa imposto pelas autoridades de saúde. Qualquer que seja a doença, ela sempre  aparece, mas nunca achamos que vai acontecer com a gente. Agora isso é um problema de todo mundo. Não somos tão fortes ao ponto de não pegar o Covid-19, ou passar por desemprego ou crise financeira, dado que o cenário de temor é cada vez mais a nossa realidade.

Desde quando esse problema começou na China, todos os dias é anunciado um número de pessoas infectadas e mortas pelo vírus. Quando se trata de nosso emocional, ficamos deprimidos, e muitos vão em busca de mais notícias, espalhando informações pelas redes sociais.

Mas são dois extremos, se de um lado há desespero, do outro há indiferença que abunda  muito mais que as boas ações. Nem todos, porém, parecem estar cientes da gravidade. O conhecimento humano das coisas é bastante deficiente. O maior perigo é a ignorância quando vemos pessoas saindo de casa sem a devida proteção.

A verdade é que independentemente das medidas de contenção pandêmicas que comumente é divulgada pela mídia, especialmente dentro do aspecto do isolamento social, é possível que possamos usar de solidariedade com o próximo. Por esse motivo,  precisamos conscientizar dos perigos e  controlar o pânico gerado pela chegada do Covid-19 em nossas cidades.

Antes do Covid-19, era comum passar horas do dia no trânsito, horas no trabalho, gastar muito tempo em nossas atividades rotineiras que nunca acabavam. Essa sociedade que traz a conta  para sermos bem sucedidos em  todas as áreas de nossas vidas, o tempo todo ocupados, sempre  comunicativos, saudáveis e bem arrumados é a mesma sociedade que aponta de louco e preguiçoso quem decide ir devagar. E assim, vai surgindo cidadãos cheios de transtornos psicológicos, começando com a ansiedade.

Porém, além de buscar sobreviver em meio a guerra, a disputa agora é em que mundo passaremos a viver e que ser humano nos tornaremos quando passar essa pandemia. Talvez a resposta dependa da maneira como encaramos e vivemos  a pandemia. O depois, o pós-guerra global do nosso tempo dependerá do modo como optamos por viver a guerra.

Ao refletirmos quanto ao nosso modo de pensar, o “agora” passa longe.  Para o resto de nós, meros mortais supostamente espertos, no tempo em que vivemos, o pensamento que vigora é sempre no dia de amanhã, mas, raramente se pensa no segundo em que estamos para nos identificar se estamos bem quanto ao momento presente, talvez insignificante para alguns.

Quanto a isso, percebemos que a ansiedade é uma das maiores causas de epidemias no âmbito da saúde mental, perdendo apenas para a depressão.

Na  verdade, a ansiedade não é uma doença, mas um agrupamento de sintomas que alertam um problema desordenado em nosso universo interior. Assim, a avalanche de informações nos noticiários também afeta o emocional, causando pânico e perda de controle durante o dia a dia.

Em vista disso, da mesma forma que uma febre pode levar ao diagnóstico de alguma enfermidade em nosso organismo, como uma doença respiratória, a ansiedade pode revelar algum desequilíbrio em nossa esfera psíquica.

Ao pensar na palavra guerra, precisamos olhar cuidadosamente para o inimigo. Em outras palavras, o vírus não pensa, não tem moral e não tem livre-arbítrio. A única coisa que precisamos fazer é derrotá-lo em nossos corpos, paralisando-o para se preparar para o que virá, mas principalmente, não devemos nos identificar com o que nos faz mal. Nossas mentes precisam estar boas!

E você pode evitar o mal com o carinho e o afeto que nasce no coração de pessoas sofridas mediante tal situação, apenas isso é capaz de trazer o aprendizado da contagem de cada minuto vivido, na certeza de que a esperança pode nos aliviar.

Emotional health in Covid-19 times

By Thais Rocholi

We live in times of insecurity, fear, and, above all, uncertainty, as we do not know how long this exile at home imposed by health authorities will last. Whatever the disease, it always appears, but we never think it will happen to us. Now that’s everybody’s problem. We are not so strong as to not catch Covid-19, or go through unemployment or financial crisis, given that the scenario of fear is increasingly our reality.

Since when this problem began in China, a number of people are infected and killed by the virus every day. When it comes to our emotional, we get depressed, and many go in search of more news, spreading information on social networks.

But there are two extremes, if on one hand there is despair, on the other there is indifference that abounds much more than good deeds. Not everyone, however, seems to be aware of the severity. Human knowledge of things is quite deficient. The greatest danger is ignorance when we see people leaving home without proper protection.

The truth is that, regardless of the pandemic containment measures that are commonly disseminated by the media, especially within the aspect of social distance, it is possible that we can use solidarity with others. For this reason, we need to be aware of the dangers and control the panic generated by the arrival of Covid-19 in our cities.

Before Covid-19, it was common to spend hours of the day in traffic, hours at work, spending a lot of time on our routine activities that never ended. This society that brings the account for us to be successful in all areas of our lives, all the time busy, always communicative, healthy and well-groomed is the same society that points crazy and lazy who decides to go slow. And so, citizens appearing full of psychological disorders, starting with anxiety.

However, in addition to seeking to survive in the midst of war, the dispute now is in what world will we live in and what human beings will we become when this pandemic passes. Perhaps the answer depends on how we view and live the pandemic. The aftermath, the global post-war of our time will depend on how we choose to live the war.

As we reflect on our way of thinking, the “now” passes away. For the rest of us, mere mortals who are supposed to be smart, in the time we live in, the prevailing thought is always tomorrow, but we seldom think about the second we are in to identify whether we are right about the present moment, perhaps insignificant for some.

In this regard, we realize that anxiety is one of the biggest causes of epidemics in the field of mental health, second only to depression.

In fact, anxiety is not a disease, but a group of symptoms that alert a disorderly problem in our inner universe. Thus, the flood of information in the news also affects the emotional, causing panic and loss of control during the day to day.

In view of this, in the same way that a fever can lead to the diagnosis of some disease in our body, such as a respiratory illness, anxiety can reveal some imbalance in our psychic sphere.

When thinking about the word war, we need to look carefully at the enemy. In other words, the virus does not think, has no morals and has no free will. The only thing we need to do is to defeat it in our bodies, paralyzing it to prepare for what is to come, but mainly, we must not identify with what is bad for us. Our minds need to be good!

And you can avoid evil with the affection and affection that is born in the heart of people who suffer through such a situation, only this is able to bring the learning of the count of every minute lived, in the certainty that hope can relieve us.

A ideia do Sagrado

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Imagem da internet.

Por Thais Oliveira

Você deve está se perguntando por que situações como as que estamos vivenciando agora acontecem, apesar do enorme progresso científico e tecnológico  de nossos dias. Importante refletir que o Universo continua sendo um enigma incomensurável e que o ser humano sem Cristo nada pode fazer.

Toda criação é atribuída ao Pai, a redenção ao Filho e a santificação ao Espírito, convido você a tirar esses dias de quarentena para ler o Novo Testamento e conhecer sobre os mistérios de Deus.  Lá está escrito que o Pai criou tudo por intermédio do seu Filho: tudo foi criado através de Cristo e para Cristo (Colossenses  1:15-17). Tudo foi feito por intermédio da Palavra (o Logos), e sem ela nada  foi feito de tudo o que existe (João 1:3).

Se você tiver algum  livro de Inácio de Loyola verá que ele ressalta que com  força que a Terra, o Universo e tudo o que possui, incluindo-se aí, eu e você, são obras de um Criador transcendente.

Estou fazendo um trabalho sobre Rudolf Otto, analisando o livro: A ideia do Sagrado, e tenho aprendido muito com isso, ele diz que  os atributos que percebemos nas pessoas atuam como um mediador da percepção e experiência com o Ser divino. Então, tudo o que percebemos de bondade original nas pessoas é uma experiência com os atributos de Deus!

Ao ler o livro de Jó, o servo que perdeu tudo o que tinha nessa vida, desde bens materiais,  família e saúde, teve a oportunidade de se encontrar com Deus e mudar sua percepção acerca do divino.

Leia o livro de Jó e veja o tamanho de sua fé: “Meus ouvidos já tinham ouvido a teu respeito. Mas agora meus olhos te viram”.

Talvez em sua mente, essa experiência de ouvir e ver a Deus seja algo impossível.  Mas para Agostinho de Hipona é atribuída uma certeza que  comprova esta ideia: “si comprehendis, non est Deus” (se você entender, não é Deus). Será que Agostinho tem razão? Será que Jó também tem? De que forma devemos  caminhar rumo ao entendimento sobre a experiência do Sagrado?

Rudolf Otto aborda o Sagrado te desafiando: Para toda e qualquer ideia sobre  Deus, especialmente para nós que somos cristãos, é importante que se tenha uma definição da divindade com clareza, caracterizando-a com os atributos do divino. Isso quer dizer, que se deve ter  conceitos claros e nítidos, acessíveis ao pensamento. Se racionalizarmos aquilo que pode ser pensado com essa clareza de conceitos, devemos atribuir com racionalidade a essência da divindade descrita nesses atributos. E reconhecer o que diz  Jó 42.5. Fé é convicção, é o contrário daquilo que sentimos.

Porém estes atributos jamais conseguirão comunicar ou expressar a totalidade da divindade. Fé vai além de um sentimento, como muitas religiões tentam passar, é experiência com o divino. Pois muitos de nós ficamos pensando em nossas  habilidades racionais, em nossas próprias condições de articular conceitos e compreensões, é natural que nos esforcemos em nossos próprios pensamentos racionais para entender a experiência na religião. Embora parafraseando Santo Agostinho em “Confissões”,  ele diz que  “a medida do pensar é pensar sem medida”. Há um cuidado que se deve ter, com o lado da religião, que não devemos agir também sem a razão, dentro de um aspecto irracional, mas agir prudentemente.

No idioma alemão, o termo usado para se referir  ao Sagrado é das Heilige, que pode ser usado para santo (substantivo), sendo helig o termo usado para santo quando é adjetivo. Na religião bíblica, o termo equivalente no Antigo Testamento  em hebraico é qadôsh, e no grego do Novo Testamento é hagios. No latim, sanctus ou sacer são as palavras usadas para fazer referência ao Sagrado.

Esses são os princípios do Sagrado, sobre Deus. O Sagrado, mesmo possuindo aquilo que é passível de racionalização ou conceituação, ele foge a essa condição. Mesmo que se relacione o Sagrado ou Santo a uma pureza ética e moral, ou a um elemento ou pessoa que seja boa e amável, o Sagrado não pode ser confundido com a ética ou moral.

Deste modo, o  Rudolf Otto ressalta que detectar e reconhecer algo como sendo “sagrado” é, primeiramente, se avaliar se isso acontece no campo religioso. Embora contenha a ética, não é daí que vem a ideia do sagrado. É algo que foge ao aspecto racional, é árreton [“impronunciável”], um ineffabile [“indizível”] na medida em que foge totalmente à apreensão conceitual.

Pensar Deus é pensar além da nossa compreensão humana, é um assombro provocado por algo externo ao ser humano. Assim, qualquer esforço racional no sentido de compreendê-lo será frustrado, pois Ele está mais para a experiência, não para ser explicado.

Não devemos pensar  que  “O ser humano percebe o que há de melhor em si e elevar esses atributos a um ser, e assim criar Deus”, pois  Deus não é uma criação humana, mas os atributos perceptíveis no ser humano  que  rodeiam a mim e a você é a percepção e a experiência com o Ser divino.

Se a dor  e a angústia apertar lembre-se de Jó: “Meus ouvidos já tinham ouvido a teu respeito. Mas agora meus olhos te viram”. Somos criaturas com um sentimento que “afunda e desvanece em nossa nulidade perante o que está acima de toda criatura”.

O “sentimento de criatura”  é na verdade  um  efeito colateral, subjetivo, um  sentimento de medo que se deve  primeiramente e diretamente a uma situação que foge ao nosso controle.

É aí que vemos Deus, “Ente sobrenatural, do qual ainda não há noção mais precisa”. Somente quando se vivencia a presença de Deus é que o sentimento de criatura pode surgir como reflexo na psique, percebemos então que existe uma realidade além, imensurável, imprevisível. Que nós possamos alimentar nossa mente de que a experiência com Deus dispensa definições que tendem a esgotá-la, dispensa articulações racionais. Tenhamos fé em Jesus Cristo!

The Idea of ​​the Sacred

By Thais Oliveira

You must be wondering why situations like the ones we are experiencing now, despite the enormous scientific and technological progress of our day. It is important to reflect that the Universe remains an immeasurable enigma and that the human being without Christ can do nothing.

All creation is attributed to the Father, redemption to the Son and sanctification to the Spirit, I invite you to remove these quarantine days to read the New Testament and learn about the mysteries of God. There it is written that the Father created everything through his Son: everything was created through Christ and for Christ (Colossians 1: 15-17). Everything was done through the Word (the Logos), and without it nothing was done of everything that exists (John 1: 3).

If you have a book by Inácio de Loyola you will see that he stresses that with force that the Earth, the Universe and everything he owns, including himself and I, are the works of a transcendent Creator.

I am doing a work on Rudolf Otto, analyzing the book: The idea of ​​the Sacred, and I have learned a lot from it, he says that the attributes that we perceive in people act as a mediator of perception and experience with the divine Being. So, all that we perceive of original goodness in people is an experience with the attributes of God!

In reading the book of Job, the servant who lost everything he had in this life, from material goods, family and health, had the opportunity to meet God and change his perception of the divine.

Read the book of Job and see the size of your faith: “My ears had already heard of you. But now my eyes have seen you ”.

Perhaps in your mind, this experience of hearing and seeing God is impossible. But for Augustine of Hippo a certainty is attributed that proves this idea: “si comprehendis, non est Deus”. Is Augustine right? Does Job have it too? How should we move towards understanding the experience of the Sacred?

Rudolf Otto approaches the Sacred challenging you: For any and all ideas about God, especially for us who are Christians, it is important to have a clear definition of divinity, characterizing it with the attributes of the divine. That is to say, that one must have clear and sharp concepts, accessible to the thought. If we rationalize what can be thought with this clarity of concepts, we must rationally attribute the essence of the divinity described in these attributes. And recognize what Job says 42.5. Faith is conviction, it is the opposite of what we feel.

However, these attributes will never be able to communicate or express the totality of divinity. Faith goes beyond feeling, as many religions try to pass, it is experience with the divine. For many of us are left thinking about our rational abilities, our own conditions for articulating concepts and understandings, it is natural that we strive in our own rational thoughts to understand the experience in religion. While paraphrasing Saint Augustine in “Confessions”, he says that “the measure of thinking is thinking without measure”. There is a care that must be taken, with the side of religion, that we must not act without reason, within an irrational aspect, but act prudently.

In the German language, the term used to refer to the Sacred is das Heilige, which can be used for santo (noun), helig being the term used for santo when it is adjective. In biblical religion, the Hebrew equivalent of the Old Testament is qadôsh, and in New Testament Greek it is hagios. In Latin, sanctus or sacer are the words used to refer to the Sacred.

These are the principles of the Sacred, about God. The Sacred, even possessing what is capable of rationalization or conceptualization, it escapes this condition. Even if the Sacred or Saint is related to an ethical and moral purity, or to an element or person who is good and kind, the Sacred cannot be confused with ethics or morals.

In this way, Rudolf Otto emphasizes that detecting and recognizing something as being “sacred” is, first, to assess whether it happens in the religious field. Although it contains ethics, that is not where the idea of ​​the sacred comes from. It is something that escapes the rational aspect, it is arreton [“unpronounceable”], an ineffabile [“unspeakable”] insofar as it totally escapes conceptual apprehension.

To think God is to think beyond our human understanding, it is a wonder caused by something external to the human being. Thus, any rational effort to understand him will be frustrated, since he is more for the experience, not to be explained.

We must not think that “Human beings perceive the best in themselves and raise these attributes to a being, and thus create God”, because God is not a human creation, but the perceptible attributes in the human being that surround me and to you is the perception and experience with the divine Being.

If pain and anguish squeeze, remember Job: “My ears had already heard of you. But now my eyes have seen you ”. We are creatures with a feeling that “sinks and vanishes in our nullity in the face of what is above every creature”.

The “creature feeling” is actually a side effect, subjective, a feeling of fear that is primarily and directly due to a situation that is beyond our control.

This is where we see God, “Supernatural being, of which there is no more precise notion”. Only when one experiences the presence of God can the feeling of a creature emerge as a reflection in the psyche, do we realize that there is a reality beyond, immeasurable, unpredictable. exhausting it, dispenses with rational articulations. Let us have faith in Christ Jesus!

Prevenção de doenças respiratórias

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Por Thais Oliveira

Sabe quando nos deparamos com situações em que vemos pessoas que nunca se recuperam totalmente de doenças, ou quando ficam boas não demora muito para caírem prostradas várias vezes seguidas? Isso pode acontecer com um resfriado ou uma gripe comum. Diante desse problema, o que se pode constatar é que essa pessoa esteja com o sistema imunológico fraco. Mas não é razão para desespero, com algumas medidas, há como reverter esse quadro!

Basta algumas mudanças nos hábitos de vida para melhorar a imunidade do corpo, e, assim, ter mais resistência aos problemas de saúde.

 Coronavírus: devo me preocupar?

No início do ano de 2020 se espalhou uma epidemia de uma doença respiratória grave em Wuham na China, um novo tipo de vírus denominado Coronavírus – COVID-19, sendo este, o sétimo tipo de Coronavírus que se espalha. Este vírus, conhecido desde metade dos anos 1960,  tem origem em serpentes ou morcegos — inclusive há uma especulação de que a ingestão de um desses animais teria dado origem à epidemia ao ser transmitido para pessoas, o período de incubação é de 2 a 14 dias e se a pessoa estiver com o sistema imunológico enfraquecido pode evoluir para uma pneumonia.

No momento, não há um tratamento específico para o novo Coronavírus – COVID-19. Nem tampouco temos uma vacina desenvolvida ainda, embora já existam mais de oito projetos de vacina contra o novo Coronavírus – COVID-19, porém, há mecanismos de prevenção para evitar o contágio com este agente infeccioso.

Primeiramente, é importante afirmar que a doença virou uma pandemia, ou seja, uma doença nova que ocorre quando a pessoa não  tem imunidade e se espalha pelo mundo, há vários casos confirmados no Brasil do novo Coronavírus – COVID-19, inclusive de morte. Apesar de o vírus ter se instalado primeiramente na Ásia, Europa, Oceania e América do Norte, é motivo de muita preocupação e um alerta aos brasileiros para que busquem  pelo repouso de quarentena e melhore os hábitos de higiene  e a qualidade de vida, pois com o corpo fraco,  bem como com as complicações frente aos sintomas tem grande chance  de que a transmissão seja pior.

Coronavírus diferentes passam por mutações, formando outras combinações, dando origem a agentes inéditos. O processo é bastante semelhante ao que aconteceu com a gripe suína, um porco foi infectado com o vírus de aves e, na recombinação de diferentes vírus contraído pelo animal, surgiu um H1N1, passando para as pessoas.

Alerta sobre os sintomas de doenças respiratórias

Existem mais de setecentos artigos científicos em todo o mundo sendo desenvolvidos sobre a doença. Os sintomas principais do Coronavírus – COVID-19 não são tão diferentes dos da gripe:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar
  • Dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia

As infecções respiratórias agudas que mais se manifestam no Brasil são os resfriados comuns, sinusites e pneumonias.

Na maioria dos casos tem causa geral, porém em outros, sobretudo quando se é diagnosticado com pneumonia, significa que há uma grande quantidade de bactérias que precisam ser combatidas através de tratamento com antibióticos. Além do mais, essa é uma das mais preocupantes causas de internações de crianças e idosos.

Os principais causadores de doenças respiratórias são os germes que se multiplicam através de gotículas que surgem da tosse e do espirro, tão logo quando o organismo esteja fraco, então não demora muito para apresentar os sinais. Os sintomas se manifestam em obstrução nasal, espirros, mal-estar, dor de garganta, febre, tosse e lacrimejamento dos olhos.

Tais implicações da presença destas bactérias são espalhadas quando se tem contato físico com pessoas infectadas e se você estiver com baixa imunidade ou fez um procedimento cirúrgico recentemente ou problemas de diabetes, AIDS ou câncer, por exemplo, estará mais propenso a contrair a doença. O perigo acontece quando se toca em algum objeto infectado e depois passa a mão na boca, olho ou no nariz. A febre é geralmente baixa, menor de 39ºC, durando de 3 a 5 dias.

Quando nos deparamos com um resfriado comum, é provável que seja uma gripe ou uma rinite alérgica. A gripe é causada pelo vírus Influenza, vindo acompanhada de sintomas  de grande desconforto físico ocorrendo em febre alta, prostração e dores musculares. Já a rinite alérgica  consiste na repetição de crises que variam de tempos em tempos,  levando a crises alérgicas em certos ambientes,  mas felizmente não há febre.

Já os indícios de uma sinusite aguda  são congestão nasal, coriza, nariz entupido com secreção, que pode ser amarela ou esverdeada, piorando os sintomas com voz fanhosa, dores de cabeça e no seio da face. A sensação que se tem é de pressão na cabeça.

Quando se trata de uma pneumonia, os principais sintomas são tosse, febre e alteração da frequência respiratória, que, geralmente, quando afetam as crianças, nem sempre dão indícios muito claros. Apesar de ser difícil ver uma criança quieta mesmo doente, mas como os pais conhecem bem seus filhos, podem perceber  que eles não estão com a energia normal de uma criança saudável no dia a dia.

Ao se comparar o novo Coronavírus – COVID-19 com outras doenças respiratórias, não existe diferença quanto aos sinais e sintomas com os demais vírus e até mesmo quem está com este vírus, pode não apresentar os sintomas.

Logo, é importante saber que ninguém está mais imune, todas as pessoas estão vulneráveis ao Coronavírus – COVID – 19,  mesmo não tendo um histórico de viagem para os países e cidades brasileiras onde o vírus se encontra atualmente. Se  você apresentar febre e sintomas respiratórios, estes são uns dos motivos pelos quais devem ser considerados. O primeiro procedimento a ser tomado é ligar para o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel): 192, para não se deslocar desnecessariamente, a fim de não lotar os hospitais e não atrapalhar o atendimento.

Prevenção de propagação de doenças respiratórias

Diante destes problemas, o que se considera como a melhor maneira de ajudar a prevenir a propagação de germes respiratórios é uma alimentação rica em vitaminas, proteínas e nutrientes aliada à repouso e evitar aglomerações.

Dormir suficientemente bem é essencial para que o sistema imunológico tenha uma boa defesa. Diversas pesquisas apontam que pessoas que dormem pouco estão mais suscetíveis a desenvolver doenças. Estar atento ao nível de estresse no corpo é muito importante, basta observar a rotina diária e perceber se  o organismo  está atingindo uma grande carga de estresse. E se assim for, é um alarme para reduzir a velocidade, evitando o desenvolvimento de algumas doenças, já que há um aumento na quantidade de cortisol.

Recomendações de hábitos com pessoas que estão com doenças respiratórias

Uma maneira de se preservar do contágio  de doenças respiratórias com pessoas infectadas é a quarentena e a higiene, além de evitar o contato com gotículas ou secreções de saliva e muco. Algumas recomendações básicas podem  cooperar para que os vírus não se espalhe:

  • Mantenha distância de mais de 4,5 metros de pessoas que manifestam sintomas de doenças respiratórias, como tosse ou espirro.
  • Use máscaras respiratórias compradas em farmácias se necessitar sair para lugares com grande circulação de pessoas, como clínicas.
  • Auxilie quem está doente a ter uma caixinha de lenços para conter os espirros, a tosse e higienizar as mãos.
  • Tenha a rotina de lavar as mãos com frequência, em especial, antes de consumir alimentos.
  • Evite compartilhar objetos pessoais com pessoas infectadas, como, escovas de dentes e toalhas, copo, talheres e louças para comer ou beber.
  • Mantenha um ambiente limpo: limpar o chão com uma solução de água, vinagre, álcool e óleo essencial é um excelente produto para matar os germes.

É muito importante também que se oriente as pessoas com sintomas de doença respiratória sobre a prevenção da proliferação de bactérias, praticando assim  bons hábitos de higiene, o que inclui:

  • Evitar visitar idosos e pessoas com crianças, pois crianças e jovens de até 40 anos são vetores de transmissão.
  • Cobrir com a dobra do braço o nariz e a boca ao tossir ou espirrar.
  • Comprar uma caixinha de lenços para conter gotículas ou secreções respiratórias.
  • Ter um álcool gel para limpar as mãos quando estiver em lugar público.
  • Tomar banho ao chegar de lugares públicos.
  • Lavar as mãos antes de pegar os alimentos.
  • Jogar os lenços usados na lixeira.

Ser educado e oferecer o que estiver ao seu alcance para ajudar quem está com sintomas de doenças respiratórias faz uma grande diferença, tanto para quem está doente, quanto para quem não está.

Mas, lembre-se que o cultivo de hábitos saudáveis, a busca pelo bem-estar físico e mental são completamente indispensáveis para o equilíbrio e boa imunidade. O que você come é o que irá refletir em sua saúde, fortalecendo ou não a sua imunidade, se você possui uma dieta rica em vitaminas, proteínas e nutrientes rara são as chances de ficar doente, desta forma, quem está se recuperando não irá demorar para estar bem novamente.

O sistema imunológico do nosso corpo possui várias reações bioquímicas,  totalmente dependentes de minerais específicos, vitaminas e aminoácidos. Uma dieta pobre e incompleta pode acarretar em desnutrição e as células de defesa de nosso corpo passam a não trabalhar direito.

Avanços científicos sobre o novo Coronavírus

Uma boa notícia sobre o novo Coronavírus – COVID-19 é que alguns médicos já estão usando infusões de plasma sanguíneo de pessoas que se recuperaram do Coronavírus – COVID-19 para tratar aqueles que ainda não se recuperaram desta doença respiratória. Tais estudos a que se propõe baseiam-se  na utilização de oseltamivir (um inibidor da neuraminidase usado contra o vírus da gripe), interferon-1b ​​(proteína com função antiviral), anti-soros de pessoas já recuperadas e anticorpos monoclonais para neutralizar o vírus. Além do mais, a sugestão dos pesquisadores foi a adoção de novas terapias com substâncias inibidoras, como a baricitinibina, que foram selecionadas através da inteligência artificial. Esse método é apontado pelos pesquisadores como uma forma de resolver o problema por enquanto, até que os laboratórios farmacêuticos busquem desenvolver um tratamento e uma vacina contra o novo vírus.

 

Seu corpo, suas regras?

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Imagem da Internet.

Por Thais Oliveira

“Meu corpo, minhas regras.” Quem nunca ouviu esse slogan antes? Mas qual o significado destas quatro palavras?

Numa época em que o feminismo está em alta devido ao acesso de informação na internet, o hype do feminismo facilitado pelas redes sociais digitais que deuCamille Paglia é contra a Marcha das Vadias__Não se chame de vadia a não ser que você estejapreparada para viver e se defender como tal_, diz ela (1) vazão do tema  ao mainstream com o movimento da Marcha das Vadias, se manifesta com palavras de ordem: “Meu corpo, minhas regras”. Com campanhas publicitárias para temas relacionados ao aborto, parto humanizado, violência contra a mulher, assédio nas ruas, cantadas e exposição do corpo feminino na publicidade em geral, e, principalmente, no Carnaval, quando a  vinheta da mulata nua de corpo pintado dançando na televisão é destaque nacional e internacional. Bom! Hoje melhorou um pouquinho, está mais vestida, mas era o que marcava o início do Carnaval.

Você deve está pensando: “De nada adianta saber, já foi pior!” E quando se toca no assunto, muita gente fala que é repressão sexual como traços de uma falsa moralidade.  E assim, quem quer conquistar admiração, passa a expressar a sexualidade expondo o corpo com a aceitação espontânea de sexo desaprovado pelo padrão universal, sendo visto ou classificado indefinidamente como alguém com expressão libertadora. No passado, quando  muitas mulheres sentiam vergonha em  expor o corpo na praia, aquelas que participavam de desfiles de  escolas de samba eram consideradas ousadas e subversivas. Tal comportamento manifestado por tais mulheres passavam a ideia de liberdade.

No que toca a atmosfera de liberação sexual, indaga-se dentro do âmago de uma outra classe: Essa forma de manifestar a sexualidade na verdade não é uma objetificação da mulher como mercadoria de consumo?   Acredito que foi por isso que a propaganda da emissora de TV passou a deixar a mulata mais cobertinha.

Primeiro, precisamos reconhecer que é comum que muitas pessoas tenham problemas relacionados ao corpo que perturbam a mente. Seja o aborto, o entretenimento com drogas,  a vontade de cometer suicídio, a prostituição, a amputação voluntária ou a cirurgia de mortificação de gênero.

Dentro destas questões, tais palavras “Meu corpo, minhas regras” é o que irá  determinar aquilo que você acredita e de que lado destes debates você se encontra.

A realidade dos fatos é que o ser humano jamais é livre se for dominado pelas compulsões. Suas ações não podem ser motivadas por forças sociais que vão além da sua vontade. Se você se considera um ser autônomo neste sentido, com força de vontade, tendência para afirmar aquilo que você quer de fato, não pode ser escravo de seus desejos.

Já pelo contrário, você se considera um ser humano realmente livre, racional em determinadas situações, livre dos impulsos dos instintos, terá que obter uma educação virtuosa. Você precisa ser educado para controlar sua natureza, seus impulsos, etc., longe de ser uma educação liberal que motiva a pessoa a seguir sua vontade e seus impulsos instintivos.

Quando a sociedade diz que o indivíduo é livre para seguir tudo o que ele deseja, desde que não machuque ninguém, é uma sociedade que forma um indivíduo moralmente fraco. A pressão  quanto ao consumo ou à sedução sexual mediante ao eixo do liberalismo é algo que jamais poderá ser contida por um bloqueio ou disciplina dos desejos.

Obviamente que diante do feminismo machista, que nega o feminino para afirmar a mulher,  o que mais choca é que a mulher só é emancipada quando adota um comportamento dos defeitos dos homens.

Ser uma pessoa meiga, suave, doce e feminina com vocação para acolher e gerar vida são sinais de fraqueza. É terrível quando se fala que a exaltação de tais comportamentos inerentes à mulher é ideologia alienante e coisa de opressores ou de machistas  querendo posar de santo.

Não se deixe enganar, uma ideologia que enaltece o prazer a qualquer preço só gera desordem na sociedade do lazer irresponsável que não alcança nada além do fracasso.

Se você procurar o livro de Aldous Huxley, Admirável Mundo Novo, verá que o  liberalismo não apenas permite, como dá estimulo e entrega de mãos beijadas toda sorte de prazeres, tais quais sexo livre, drogas, viagens e bens de consumo, desde que você  não procure questionar e nem pensar.

Your body your rules?

By Thais Oliveira (Thais Rocholi)

“My body my Rules.” Who has never heard this slogan before? But what do these four words mean?

At a time when feminism is on the rise due to access to information on the internet, the hype of feminism facilitated by digital social networks that gave rise to the mainstream theme with the March of Sluts movement, manifests itself with slogans: “My body, my rules ”. With advertising campaigns for themes related to abortion, humanized childbirth, violence against women, harassment in the streets, singing and exposure of the female body in advertising in general, and, mainly, at Carnival, when the vignette of a naked mulatto with a painted body dancing in the television is a national and international highlight. Good! Today she improved a little, she is more dressed, but that was what marked the beginning of Carnival.

You must be thinking: “There is no point in knowing, it was worse!” And when it comes to the subject, many people say that it is sexual repression as traces of a false morality. And so, whoever wants to gain admiration, starts to express sexuality by exposing the body with the spontaneous acceptance of sex disapproved by the universal standard, being seen or classified as indefinitely as someone with liberating expression. In the past, when many women were ashamed to expose their bodies on the beach, those who participated in samba school parades were considered bold and subversive. Such behavior manifested by such women conveyed the idea of ​​freedom.

As far as the atmosphere of sexual liberation is concerned, one wonders within the core of another class: Isn’t this way of manifesting sexuality really an objectification of women as consumer goods? I believe that is why the TV station’s advertising started to make the mulatto woman more covered.

First, we need to recognize that it is common for many people to have problems related to the body that disturb the mind. Be it abortion, entertainment with drugs, the desire to commit suicide, prostitution, voluntary amputation or surgery for gender mortification.

Within these questions, such words “My body, my rules” are what will determine what you believe and which side of these debates you are on.

The reality of the facts is that the human being is never free if he is dominated by compulsions. Their actions cannot be motivated by social forces that go beyond their will. If you consider yourself an autonomous being in this sense, with willpower, a tendency to affirm what you really want, you cannot be a slave to your desires.

On the contrary, you consider yourself a truly free human being, rational in certain situations, free from instinctual impulses, you will have to obtain a virtuous education. You need to be educated to control your nature, your impulses, etc., far from being a liberal education that motivates a person to follow his will and instinctual impulses.

When society says that the individual is free to follow whatever he wishes, as long as he does not hurt anyone, it is a society that forms a morally weak individual. Pressure on consumption or sexual seduction through the axis of liberalism is something that can never be contained by a block or discipline of desires.

Obviously, in the face of sexist feminism, which denies the feminine to affirm the woman, what is most shocking is that the woman is only emancipated when she adopts a behavior of the defects of men.

Being a gentle, gentle, sweet and feminine person with a vocation to welcome and generate life are signs of weakness. It is terrible when it is said that the exaltation of such behaviors inherent to women is alienating ideology and something of oppressors or sexists wanting to pose as a saint.

Don’t be fooled, an ideology that praises pleasure at any price only creates disorder in the irresponsible leisure society that achieves nothing but failure.

If you look at Aldous Huxley’s book, Brave New World, you will see that liberalism not only allows, but gives all kinds of pleasures, such as free sex, drugs, travel and consumer goods, as long as don’t try to question or think.

Cibercultura e a “fusão de mundos”

 

celular
Imagem da internet.

Por Thais Oliveira

Como a vida não é só deleite, estou torcendo para que chegue logo março e acabe com essa temporada de férias em minha cidade, por isso não aguentei e vim aqui exercitar aquilo que está arraigado em minha psique. Desenvolver um tema! Todos adoram falar, mas eu prefiro me comunicar.

Antes de tudo, é enriquecedor pesquisar em fontes confiáveis de vários repertórios de informação, para poder fornecer opinião válida. Isso não consiste em pesquisar só aqueles que pensam igual, mas pesquiso pessoas que pensam diferente de mim, esquecendo meus preconceitos.

Quando estudamos Cibercultura na perspectiva de Pierre Lévy, podemos perceber uma disputa de um ponto de vista por quem defende apenas um único lado de uma discussão causando interferência na  sociedade.

Ah! E na visão de Lévy, o ciberespaço levará a uma “reunificação da humanidade”, rompendo as barreiras geográficas, históricas, culturais e de classe.

Ele define cultura como sendo “uma fusão de mundos”, fruto de um impulso permanente do ser humano de inventar, imaginar e participar da criação.

É nesse complexo de redes afetivas, profissionais e culturais que surgem alguns problemas que deverão ser enfrentados. Como a cibercultura é formada pelas suas experiências, atitudes e valores, pode ditar também comportamentos. Esses comportamentos, geralmente ditados por influenciadores digitais, têm gerado tendências de conexões, interferindo cada vez mais nas formas de relacionamento entre as pessoas no mundo off line.

No livro de Pierre Lévy “O que é o virtual”, ele caracteriza o ciberespaço e a chamada “virtualização do computador”, pois em meio ao “tecnocosmo”, a máquina-computador não é o centro de tudo, mas apenas uma pequena parte de algo maior. Esse algo maior é a esfera virtual, dos hipertextos, dos textos sem território, das transformações constantes e linguagens diversas que é o próprio ciberespaço.

É claro que se nota a “solidão” nas ruas todos os dias. Não é de se admirar que muitos casais que saem para jantar, não conversem mais, estão com os olhos e mãos ocupadas no celular, os pais estimulam seus filhos a comerem vendo filminhos na tela do tablet,  sem nenhuma paciência para cuidar e educar,  há também aqueles que transferem o sentimento de estar  numa reunião íntima de amigos para as redes sociais e aplicativos numa satisfação possivelmente superior àquela de estar presente fisicamente, todos comungando da ideia de dar preferência ao smartphone como interface para relações sociais.

E assim, as trocas de mensagens escritas abreviadas, afim de simplificar a ortografia  que têm roubado a cena no ciberespaço – “esprimindo” a minha opinião “konservadora”, “vcx” “num” “axa” “q” “eh” uma grande falta de “lojica”?

Antes, eram apenas letras e alguns poucos caracteres para se expressar tudo o que se queria. Hoje, a maioria das pessoas falam com os emoticons, pequenos símbolos utilizados para demonstrar variadas emoções associadas aos textos escritos, mas não se sabe a real emoção de quem está do outro lado.

Se usarmos a cabeça para pensar, fica até confuso definir onde o ciberespaço é a continuidade da vida externa às redes ou, quem sabe, pura fantasia.

E o que poderia falar é que com toda essa confusão, a cultura geral está sendo profundamente alterada a partir da cultura específica do ciberespaço, num movimento claro que generaliza os comportamentos específicos de cada pessoa.

Alguns com vocação tagarela são estimulados a emitir opiniões sobre tudo, afirmando que todas as  pessoas são iguais,  e todas são capazes de se tornarem formadoras de opinião.

Todos acreditam serem capazes de desenvolver pensamentos profundos sobre o mundo, tal como discursado por Ortega e Gasset, gerando a ilusão de opiniões banais com ares cultos.

Com a cibercultura, a essência é “o universal sem totalidade”, que ele caracteriza da seguinte forma: “Quanto mais o ciberespaço se amplia, mais ele se torna “universal”, e menos o mundo informacional se torna totalizavél. O universal da cibercultura é vazio, sem conteúdo particular.

Na verdade, vale mencionar o que se percebe, falta de pensamento próprio na democracia, uma vez que é fácil assumir como verdade o que a maioria em sua volta falar, é daí que surge a opinião pública.

Cyberculture and the “fusion of worlds”

By  Thais Oliveira (Thais Rocholi)

As life is not just a pleasure, I am hoping that March will come soon and end this holiday season in my city, so I couldn’t stand it and came here to exercise what is ingrained in my psyche. Develop a theme! Everyone loves to talk, but I prefer to communicate.

First of all, it is enriching to search in reliable sources of various repertoires of information, in order to provide a valid opinion. This does not consist of researching only those who think the same, but I search for people who think differently from me, forgetting my prejudices.

When we study cyberculture from the perspective of Pierre Lévy, we can perceive a dispute from a point of view by those who defend only one side of a discussion causing interference in society.

Ah! And in Lévy’s view, cyberspace will lead to a “reunification of humanity”, breaking down geographical, historical, cultural and class barriers.

He defines culture as “a fusion of worlds”, the result of a permanent impulse by human beings to invent, imagine and participate in creation.

It is in this complex of affective, professional and cultural networks that some problems arise that must be faced. As cyberculture is formed by its experiences, attitudes and values, it can also dictate behaviors. These behaviors, generally dictated by digital influencers, have generated trends in connections, increasingly interfering in the forms of relationships between people in the offline world.

In Pierre Lévy’s book “What is the virtual”, he characterizes cyberspace and the so-called “computer virtualization”, because in the midst of “technocosm”, the computer-machine is not the center of everything, but only a small part of something bigger. That something bigger is the virtual sphere, of hypertexts, of texts without territory, of the constant transformations and diverse languages ​​that is cyberspace itself.

Of course, you can notice the “loneliness” in the streets every day. It is no wonder that many couples who go out to dinner, do not talk anymore, have their eyes and hands busy on their cell phones, parents encourage their children to eat by watching movies on the tablet screen, without any patience to care and educate, there are also those who transfer the feeling of being in an intimate meeting of friends to social networks and applications in a satisfaction possibly higher than that of being physically present, all sharing the idea of ​​giving preference to the smartphone as an interface for social relations.

And so, the exchange of abbreviated written messages, in order to simplify the spelling that has stolen the scene in cyberspace – “esprimindo” a minha opinião “konservadora”, “vcx” “num” “axa” “q” “eh” uma grande falta de “lojica”?

Before, they were just letters and a few characters to express everything you wanted. Today, most people speak with emoticons, small symbols used to demonstrate various emotions associated with written texts, but the real emotion of those on the other side is not known.

And what I could say is that with all this confusion, the general culture is being profoundly changed from the specific culture of cyberspace, in a clear movement that generalizes the specific behaviors of each person.

Some with a chatty vocation are encouraged to express opinions on everything, stating that all people are equal, and all are capable of becoming opinion makers.

Everyone believes capable of developing deep thoughts about the world, as spoken by Ortega and Gasset, generating an illusion of banal opinions with cults.

With a cyberculture, an essence is “the universal without skills”, which he presents as follows: “The more cyberspace expands, the more it becomes” universal “and the less the information world becomes totalizable. The universal of cyberculture is empty, with no particular content.

In fact, it is worth mentioning or disregarding, lack of self-thinking in democracy, since it is easy to accept as truth or that the majority around them speak, this is where a public opinion arises.

Preocupações mundiais sobre o Coronavírus

coronavirus
Imagem da Internet.

Por Thais Oliveira

Na última semana, recebemos a notícia de que um vírus está afetando a população de Wuhan na China com surto mundial, tendo ocorrido o primeiro caso em 30 de dezembro do ano passado. Quando o governo central percebeu a gravidade do problema, já era tarde, muitas pessoas já haviam saído da cidade e o vírus se espalhou pela China inteira, sobretudo no ano novo Chinês, quando muitos chineses se visitam.

O coronavírus é uma doença bastante agressiva, um germe que está presente nos animais e que afeta o sistema respiratório das pessoas,  este é o sétimo tipo de coronavírus que se espalha, os sintomas são parecidos com os da gripe, mas ainda se tem poucas informações sobre a doença que em geral se apresenta com: febre, tosse, falta de ar, dificuldade para respirar, problemas gástricos e diarreia.

Ao mesmo tempo que isso acontece na China, a população mundial fica em alerta, sobretudo os mercados internacionais que podem deixar os produtos mais caros. Por medidas de precaução, é importante acompanhar as informações, apesar do vírus ainda não ter sido confirmado que chegou ao Brasil.

As medidas de isolamento da população, bem como a diminuição da produção da indústria chinesa acaba por reduzir a oferta de produtos de consumo, tornando-os mais caros dada à escassez. Mas isso não significa que seja totalmente prejudicial comprar da China.

Se você comprou produtos da China e teme a contaminação, saiba que como diriam os médicos infectologistas,  o vírus fora do corpo é muito difícil de sobreviver, apesar de não ter relatos de pesquisas no momento, mas o vírus para sobreviver irá depender da temperatura de 24 graus constante e umidade. Na roupa é raro que o vírus sobreviva, no máximo um dia. Se você comprou um equipamento metálico e não corrosivo, aconselho fazer uma limpeza com um pouco de cloro diluído com detergente, álcool 70 ou expor em luz ultravermelha. O mundo terá muito trabalho a fazer, mas felizmente, há como evitar que o vírus se espalhe.  Alguns especialistas do Centro de Ciência e Engenharia de Sistemas da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, desenvolveram um aplicativo que faz o monitoramento num mapa dos locais onde o vírus permanece, evitando assim que a doença se propague.

E se isso não for suficiente, eu pessoalmente sugiro algumas regras básicas para evitar contaminação, comece  a incluir no hábito diário a lavagem das mãos quando estiver em lugar público, antes do consumo de qualquer alimento ou se não tiver ao seu alcance uma pia com água corrente, use o álcool gel. Ao chegar em casa  tente cultivar os mesmos hábitos, mas principalmente, o de tomar banho antes da refeição. Apresentou tosse, cubra a boca ao tossir e depois desinfete suas mãos ao se dirigir para cumprimentar alguém. Lembre-se de procurar um médico se manifestar os sintomas acima.

Worldwide concerns about Coronavirus

By Thais Oliveira (Thais Rocholi)

Last week, we received the news that a virus is affecting the population of Wuhan in China with a worldwide outbreak, with the first case occurring on December 30 last year. When the central government realized the seriousness of the problem, it was too late, many people had already left the city and the virus spread throughout China, especially in the Chinese New Year, when many Chinese  came to visit.

Coronavirus is a very aggressive disease, a germ that is present in animals and that affects people’s respiratory system, this is the seventh type of coronavirus that spreads, the symptoms are similar to those of the flu, but there is still little information about the disease that usually presents with: fever, cough, shortness of breath, difficulty breathing, gastric problems and diarrhea.

At the same time that this happens in China, the world population is on alert, especially the international markets that may make products more expensive. For precautionary measures, it is important to monitor the information, although the virus has not yet been confirmed to have arrived in Brazil.

The measures of isolation of the population, as well as the decrease in the production of Chinese industry ends up reducing the supply of consumer products, making them more expensive due to the scarcity. But that does not mean that it is totally harmful to buy from China.

If you bought products from China and fear contamination, know that as infectious disease doctors would say, this virus is very difficult to survive outside the body, although there are no research reports at the moment, but the virus to survive will depend on the temperature of 24 degrees constant and humidity. In clothing it is rare for the virus to survive for a maximum of one day. If you bought metallic and non-corrosive equipment, I advise you to clean it with a little chlorine diluted with detergent, 70 alcohol or expose it in ultra-red light. The world will have a lot of work to do, but luckily, there is a way to prevent the virus from spreading. Some experts at the Center for Science and Systems Engineering at Johns Hopkins University in the United States have developed an application that monitors a map of the locations where the virus remains, thereby preventing the disease from spreading.

And if that is not enough, I personally suggest some basic rules to avoid contamination, start including hand washing in your daily habit when you are in a public place, before consuming any food or if a sink with running water is not around reach, use gel alcohol. When you get home, try to cultivate the same habits, but especially by taking a shower before a meal. You had a cough, cover your mouth when you cough and disinfect your hands when greeting someone. Remember to see a doctor if you experience the above symptoms.

Vita brevis, ars longa

ars longa

Por Thais Oliveira

Sejamos sinceros, uma situação como essa não precisa de um assombro de uma pobre cronista: Uma coisa é transpirar, outra é ter o desodorante vencido por causa do suor. E na era do Google ninguém precisa sair pagando  mico por aí!

Uma pergunta de um interessante rapaz que chegou de Petrópolis e que  julguei ser bastante conveniente dar algumas respostas, que darão talvez o sabor da atualidade.

– Você é conservadora?

Respondi: Sim,  prego e pratico as doutrinas conservadoras.

– O que você tem estudado?

– Pouquinha coisa: português, inglês, francês, a bíblia, história da arte, filosofia, astronomia… não sei se esqueci de mais alguma coisa.

– E você tem tempo para tudo isso?

– Como não teria? Além disso eu faço academia e pratico tiro ao alvo, que são as minhas capturas de imagens de aves!

– E de todas essas disciplinas, quais você acha mais importante?

– O português para uma comunicação garantida! Mas a matéria é tão grande que nem vale a pena me matar por sabê-la toda. Para te falar a verdade estou escrevendo um artigo sobre história da arte, o tema  complica um pouco, pois  diz respeito à Capela Sistina, com uma situação problema que perturba qualquer um: Por que o papa Julio II insistiu em contratar Michelangelo para pintar o teto da Capela Sistina, sabendo de sua fama  sobre pintar a anatomia do corpo humano e depois de realizado o trabalho contratou outra pintora de menor prestígio para cobrir a nudez?

A resposta do moço perspicaz e por isso mesmo impressionante com seus impulsos emotivos em conflito com a razão foi:

-Ah! O papa devia ter tido um “caso” com esse cara, não deve ter dado certo e para não sair em tantos jornais ele contratou a pintora de menor prestígio para cobrir a nudez!

Nesse momento meu coração ficou sensível à despedida, quase lamentando:

– Preciso ir… quem sabe nos veremos outra vez! Vita brevis, ars longa!

Vita brevis, ars longa

By Thais Rocholi

Let’s face it, a situation like this does not need the amazement of a poor chronicler: It is one thing to sweat, it is another to have the deodorant expired because of the sweat. And in the age of Google, no one has to go out paying blunder!

A question from an interesting young man who arrived from Petrópolis and who I thought was very convenient to give some answers, which will perhaps give the flavor of the present.

– Are you conservative?

I replied: Yes, I preach and practice conservative doctrines.

– What have you been studying?

– Little thing: Portuguese, English, French, the Bible, art history, philosophy, astronomy … I don’t know if I forgot anything else.

– And do you have time for all this?

– How could I not? In addition I do gym and practice target shooting, which are my captures of images of birds!

– And of all these disciplines, which ones do you think are most important?

– Portuguese for guaranteed communication! But the story is so big that it’s not even worth killing me for knowing it all. To tell you the truth, I am writing an article on art history, the topic complicates a little, as it concerns the Sistine Chapel, with a problem situation that upsets anyone: Why did Pope Julius II insist on hiring Michelangelo to paint the ceiling from the Sistine Chapel, knowing his fame about painting the anatomy of the human body and after the work was done, did he hire another less prestigious painter to cover his nudity?

The perceptive and therefore very impressive boy’s response with his emotional impulses in conflict with reason was:

-Ah! The pope should have had an “affair” with this guy, it must not have worked and in order not to be in so many newspapers he hired the less prestigious painter to cover his nudity!

At that moment my heart was sensitive to the farewell, almost regretting:

– I have to go … maybe we’ll see you again! Vita brevis, ars longa!

Diga-me de que mídia você gosta, que te direi quem és!

tv
Imagem da internet.

Por Thais Oliveira

Pessoas sábias sabem que ver televisão não é uma boa opção, por mais que o assunto abordado seja atraente.  Em meu último artigo publicado à uma semana, falei sobre “Cultura e Identidade”, falei sobre como se define uma cultura, bem como o desenvolvimento humano e o enobrecimento das nossas maneiras de pensar.

Tive a ideia de escrever mais sobre o assunto, pois muitos de vocês me responderam positivamente, então aqui estou eu, mais uma vez com o tema.

Como você que me acompanha sabe, tenho uma posição bem definida e tudo o que eu escrevo é realmente aquilo que eu acredito e adoto em minha visão de mundo.

A cultura  tem  vários  significados, pode ser um sinônimo de erudição ou um substantivo de  ser uma pessoa culta e  isso  significa também a busca pelo conhecimento, demonstrando seu refinamento social.

Há quem considere a cultura como tudo aquilo que está por trás dos costumes e  das  atitudes.  Vale mencionar que  devido às atitudes  que são transmitidas pela televisão, muitas pessoas são motivadas a agregar em suas vidas valores  e  formas culturais daquilo que passa na TV. E  ao repetir o comportamento são influenciados  com  suas  propagandas,  programas dentro de  uma comunicação  unilateral,  anterior  a  TV  Digital.

Obviamente, não sou a única a afirmar, mas as pessoas que assistem televisão têm mais desinteresse na vida política e mais interesse em entretenimento, o que em geral não são capazes de gerar uma reflexão, embora tais pessoas acompanhem os noticiários.

A televisão produz comunicação em série para atingir um grande  número  de  indivíduos. Numa  visão  de fim de mundo, há uma transformação da cultura em mercadoria para nivelar as massas.

Seria ingênuo pensar que o poder nos deixe com liberdade de expressão. A mídia é a principal ferramenta dessa liberdade e a televisão é hoje, de longe, a mais popular.  Um objeto de propaganda e manipulação em que as informações entregues aos brasileiros são, portanto, estritamente controladas, mesmo que a censura não esteja mais na agenda.

Assim, o mundo se transforma numa grande rede na qual as trocas simbólicas remetem vários sentidos e a intensidade com que a mídia interfere na sociedade gera características que formam identidades.

Não é de hoje que muita gente tem curiosidade sobre o que fazem astros e estrelas da mídia e nunca vi tantas pessoas interessadas em ser como um desses famosos.

Fofocas, intrigas, intimidade… Não é de estranhar que tudo é publicado. Não só na televisão, mas também na internet para quem desejar conferir.

Para o semiólogo francês François Jost autor do livro “Seis lições sobre a televisão”, a televisão é a câmera registradora das aspirações da sociedade que passa a evoluir mais ou menos no mesmo ritmo que esta.

Os  brasileiros são tratados como imbecis, ansiosos por informações irrelevantes e apaixonados pelo vácuo sideral de informações. Essa mediocridade se baseia num argumento mentiroso: as televisões dariam aos telespectadores o que eles pedem!!

Já perguntaram  para você o que você quer? Para muitas pessoas não importa e muitos até gostam porque se sentem importantes! Ah! Ainda bem que as pessoas mudam com o passar do tempo.

Mas deixando de lado essas ditaduras midiáticas, é absolutamente importante que entendamos que a verdadeira cultura não traz inteligência, mas pode tornar você melhor. Você pode ser muito inteligente e absolutamente estúpido e esnobe! Por outro lado, conheço um jardineiro que nunca saiu de sua cidade e que é um homem muito culto. A cultura verdadeira não está na moda, ela se distancia daquilo que os pequenos grupos dominantes valorizam. A cultura verdadeira é aquela que é de acordo com os valores nobres.

Tell me what media you like, I’ll tell you who you are!

By Thais Oliveira (Thais Rocholi)

Wise people know that watching television is not a good option, however attractive the subject is. In my last article published a week ago, I talked about “Culture and Identity”, I talked about how a culture is defined, as well as human development and the ennoblement of our ways of thinking.

I had the idea to write more about it, because many of you answered me positively, so here I am once again with the topic.

As you with me know, I have a well-defined position, and all I write is really what I believe and embrace in my worldview.

Culture has several meanings, it can be a synonym of scholarship or a noun of being a cultured person and this also means the search for knowledge, demonstrating its social refinement.

There are those who regard culture as all that is behind customs and attitudes. It is worth mentioning that due to the attitudes that are transmitted by television, many people are motivated to add in their lives values ​​and cultural forms of what happens on TV. And by repeating the behavior they are influenced by their advertisements, programs within unilateral communication, prior to Digital TV.

Obviously, I am not alone in saying this, but people who watch television have more disinterest in political life and more interest in entertainment, which they are generally not able to generate reflection, although such people follow the news.

Television produces serial communication to reach large numbers of individuals. In a world-end view, there is a transformation of culture into commodity to level the masses.

It would be naive to think that power leaves us with freedom of speech. The media is the main tool of this freedom and television is by far the most popular today. An object of advertising and manipulation in which the information delivered to Brazilians is, therefore, strictly controlled, even if censorship is no longer on the agenda.

Thus, the world becomes a large network in which symbolic exchanges refer to various meanings and the intensity with which the media interferes in society generates characteristics that form identities.

It’s not that many people are curious about what media stars do today, and I’ve never seen so many people interested in being like one of those famous.

Gossip, intrigue, intimacy … It is not surprising that everything is published. Not only on television, but also on the internet for those who want to check it out.

For the French semiologist François Jost, author of the book “Six lessons on television”, television is the camera that records the aspirations of society that starts to evolve at about the same pace as this one.

Brazilians are treated like imbeciles, eager for irrelevant information and passionate about the sidereal vacuum of information. This mediocrity is based on a lying argument: televisions would give viewers what they ask for !!

Have you ever been asked what you want? For many people it doesn’t matter and many even like it because they feel important! Ah! Thankfully, people change over time.

But setting aside these media dictatorships, it is absolutely important that we understand that true culture does not bring intelligence but can make you better. You can be very smart and absolutely stupid and snobbish! On the other hand, I know a gardener who never left his city and who is a very learned man. True culture is not in fashion, it distances itself from what small dominant groups value. True culture is one that is in accordance with noble values.